DISCIPULADO DE JESUS CRISTO
APOSTOLADO GERAL DA BÊNÇÃO
Graça e Paz amados discípulos de Jesus! Deus os fortaleça e os guarde em seu precioso coração.
Efetivando nosso Método de Evangelização e Acompanhamento de Discípulos (MEAD) estamos encaminhando formações especificas e mais profundas para estruturar e organizar Apostolado da Bênção.
Fundamentadas em bons textos de escritores e em outros que vamos escrevendo para atender as necessidades da obra e fortalecer nossa caminhada discipular, vamos postar no Blog as formações, seguindo um roteiro metodológico para a apropriação da mesma.
As formações devem ser ministradas dentro dos já encontros agendados do referido Apostolado. È importante e necessário que os articuladores vejam com antecedência quem vai ministrar a formação. Façam xerox, preparem quadro com giz, usem data show,etc. Contanto que seja efetivando os encaminhamentos e como lembrava o Pe. Marcos, “ formação cristã não é conversa fiada nem só repeteco; é estudo profundo e em clima de oração”.
Desta forma os estudos destinados serão sobre INTERCESSÃO, visto que no atual momento do DJC e dos passos que temos dado, a caminhada exige que Tenhamos em nossos DJCs Locais uma equipe bem formada e madura de Intercessores que se colocando na presença de Deus, intercedem a nosso favor e ajudam-nos no cumprimento de nossa missão: “Eu os destinei para ir e dar frutos , e para que o fruto de vocês permaneça. O pai dará qualquer coisa que pedirem em meu nome”.
Por fim, lembramos que aqueles que não estiverem presentes, por motivos justificáveis, conforme reza nosso estatuto, deverão , conforme orientação do articulador, fazer o referido estudo. Peço ainda que utilizem a ficha de acompanhamento já postada neste blog.
Eis o roteiro:
19:00h – Oração inicial
Louvor,
Súplica ao Espírito Santo
Palavra de Deus (escolher uma de acordo com a formação)
Meditação partilhada em oração
19:30h – Formação: Intercessão (se não foi possível alguém preparar bem a formação com o quadro-negro e giz, sejam distribuídas xerox do textos abaixo, e que o mesmo seja lido e aprofundado com os comentários de todos)
O QUE É MINISTÉRIO DE INTERCESSÃO
O ministério de intercessão é um ministério que o Senhor dá a algumas pessoas a fim de que estas possam ser intercessoras pelas causas do Reino de Deus. As pessoas que exercem este ministério são escolhidas, eleitas, como foi o profeta Jeremias (Jr 1,5), antes que no seio materno fosse formado.
Este ministério de intercessão, como os outros ministérios do Senhor, está dentro do seu coração e o Senhor abençoa aqueles que são chamados com todas as bençãos necessárias para o seu bom desempenho.
A INTERCESSÃO
Interceder é exercer a misericórdia e a compaixão procurando se assemelhar a Jesus Cristo: O INTERCESSOR!
Significado:
1. É a oração feita em lugar de pessoas, países, famílias, autoridades, etc.
2. Colocar-se Diante da trindade em favor dos homens;
3. Trazer as promessas e o reino de Deus para aqueles que necessitam.
4. Em hebraico: PAGA – colocar-se entre, ser intermediário. Pleitear a causa de outro como se fosse a minha.
5. É uma oração feita conforme o pensamento de Deus, deixando o Espírito revelar sua vontade e desígnios. Interceder é captar a mente de Cristo, deixar que o Espírito Santo mova a mão de Deus nas situações pelas quais estivermos clamando.
Ë descobrir o que está no coração de Deus, mediante a escuta e o exercício dos carismas e a partir de sua revelação, orar com poder e autoridade, não tendo medo de enfrentar e se confrontar com o inimigo, uma vez que maior é o que está em nós do que o que está no mundo e se Deus é por nós quem será contra nós... Interceder é orar o que pesa no coração de Deus em favor dos homens, grupos, nações, igreja, etc.
Segundo o Catecismo da Igreja Católica“A intercessão é uma oração de pedido que nos conforma de perto com a oração de Jesus. Ele é o único Intercessor junto do Pai em favor de todos os homens, dos pecadores, sobretudo. Ele é ‘capaz de salvar de modo definitivo aqueles que por meio dele se aproximam de Deus, visto que Ele vive para sempre para interceder por eles’ (Hb 7, 25). O próprio Espírito Santo ‘intercede por nós... pois é segundo Deus que ele intercede pelos santos’ (Rm 8, 26-27)”.
“Interceder, continua, é pedir em favor de outro, desde Abraão, é próprio de um coração que está em consonância com a misericórdia de Deus. No tempo da Igreja, a intercessão cristã participa da missão de Cristo; é a expressão da comunhão dos santos. Na intercessão, aquele que ora ‘não procura seus próprios interesses, mas pensa sobretudo nos dos outros’ (Fl 2, 4) e reza mesmo por aqueles que lhe fazem mal.”
“As primeiras comunidades cristãs viveram intensamente essa forma de partilha. O Apóstolo Paulo as faz participar assim de seu ministério do Evangelho, mas intercede também por elas. A intercessão dos cristãos não conhece fronteiras: ‘Por todos os homens, pelos que detêm a autoridade’ (1Tm 2,1), pelos que nos perseguem, pela salvação daqueles que recusam o Evangelho.”
O MINISTÉRIO DE INTERCESSÃO NA BÍBLIA.
O livro do Gênesis nos mostra Abraão, que se coloca como intercessor entre Deus e os habitantes de uma cidade que deveria ser destruída por causa de seus pecados. Em Gn 18,16-33 lemos: “Os homens levantaram-se e partiram na direção de Sodoma, e Abraão os ia acompanhando. O Senhor disse então: Acaso poderei ocultar a Abraão o que vou fazer? (...) os homens partiram, pois, na direção de Sodoma, enquanto Abraão ficou em presença do Senhor. Abraão aproximou-se e disse: Fareis o justo perecer com o ímpio? Talvez haja cinqüenta justos na cidade: fá-los hei perecer? Não perdoareis a cidade, em atenção aos cinqüenta justos que nela podereis encontrar? Não, vós não podereis agir assim, matando o justo com o ímpio! Longe de vós tal pensamento! Não exerceria o Juiz de toda a terra a Justiça? O Senhor disse: Se eu encontrar em Sodoma cinqüenta justos, perdoarei a toda a cidade em atenção a eles. Abraão continuou: Não leveis a mal, se ainda ouso falar ao meu Senhor, embora eu seja pó e cinza. Se porventura faltar cinco aos cinqüenta justos (...) Abraão replicou: Que o Senhor não se irrite se falo ainda uma última vez: Que será se lá forem achados dez? E Deus respondeu: Não a destruirei por causa desses dez. E o Senhor retirou-se, depois de ter falado com Abraão, e este voltou para a sua casa. ”
Tomado a posição de intercessor do povo na qual Abraão se colocou, ressaltamos, com este texto, uma característica no relacionamento entre Abraão e Deus: Eles eram íntimos. Deus havia tomado a decisão de destruir Sodoma, por causa do seu pecado e Ele sentiu a necessidade de que Abraão soubesse disso. Ao saber disso Abraão conversa com Deus através da intercessão, coloca aquilo que ele sente, argumenta e deixa a decisão final para Deus.
É assim, como Abraão, que os intercessores de hoje devem agir. Primeiramente devem estar na escuta de Deus que a qualquer momento vai lhes falar, para lhes comunicar suas decisões.
Isso acontece num ato de profundo amor de Deus para o homem. Ele suscita ao homem a interpelar diante dele como imagem de seu Filho Jesus na cruz que se coloca entre o céu e a terra, entre Deus e a humanidade. E o intercessor carismático, ao argumentar, diante do Pai amoroso, por seu povo amado, deixa-se levar pela oração intercessora que toca o mais profundo do seu amor e assim Ele cede deixando-se levar por sua misericórdia, impulsionado pelo seu grande amor.
Outra características dos intercessores é buscar os interesses do Pai, a exemplo de Abraão que diz: “Não fará justiça o juiz de toda a terra?”. E se caminharmos através da Bíblia veremos em Gn 20,3-7 e Gn 20,17 como Abraão se colocou como intercessor e poderemos, espelhados nele, fazer crescer o nosso ministério. É no livro do êxodo onde vamos encontrar o verdadeiro ministério de intercessão na pessoa carismática de Moisés. Moisés é o amigo íntimo de Deus. Trazia em si a fundamental característica do intercessor, que é esta intimidade. Ele encarna em si todas as característica que são natas, essenciais e vitais ao intercessor. Moisés é conhecido por argumentar diante de Deus em favor de seu povo, porque amava a Deus e conhecia o seu amor. Moisés acalmava o coração ferido de Deus e por isso confortava-lhe. Em Ex 32,33 e 34 é que vamos encontrar o ponto alto onde todas as características que mencionamos acima vão se evidenciar.
Como fez com Abraão, o Senhor confidencia a Moisés, pois esta é a sua maneira de conversar com os intercessores.
Quando Deus compartilha as dores de seu coração com seu escolhido (o intercessor), o que este pode fazer é transbordar o seu amor pelo Pai e, através da adoração, consolá-lo. Esta é a plenitude do relacionamento carismático do intercessor com Deus. E é neste relacionamento que o intercessor vai aplacar o coração ferido de Deus.
Em Ex 32,1-14 vamos presenciar o episódio onde Moisés, no Monte Sinai, se encontra com Deus. Devido a insegurança do deserto e a sua própria fraqueza carnal, o povo já não vê Moisés, nem a imagem de Deus que ele transmitia para aquele povo tão frágil. Por causa disso, o povo constrói um bezerro de ouro, o proclama Deus e o adora. O coração de Deus ficou em profunda ferida. O seu povo amado estava em adultério e o havia abandonado. E é neste momento que o Senhor fala com Moisés, que nada sabia do que estava acontecendo, e diz: “Vai, desce, porque o teu povo, que fizeste sair da terra do Egito, perverteu-se. Depressa se desviou do caminho que eu lhes havia ordenado... Tenho visto a este povo: é um povo de dura cerviz.
Agora, pois, deixa-me para que se acenda contra eles a minha ira e eu os consuma e farei de ti uma grande nação. Moisés, porém, suplicou a Iahweh seu Deus e disse: Por que, ó Iahweh, se acende a tua ira contra teu povo, que fizeste sair do Egito?... Por que os egípcios haveriam de dizer: Ele os fez sair com engano?... “Abranda o furor da tua ira e renuncia ao castigo com o qual havia ameaçado o povo”.
É incrível vermos num texto, de maneira tão certa, a concretização de tudo quanto nos inspira o Espírito Santo a falar acerca do intercessor. É maravilhoso vermos o poder de Deus agindo tão fortemente através da oração de intercessão. Ainda podemos aprofundar a nossa compreensão sobre ministério de intercessão em textos como Ex 32,30-35; Ex 33,13-17 e Ex 34,8-10, e meditando com eles o Senhor nos levará ao entendimento profundo da intimidade dele com o intercessor.
No livro do profeta Isaías, nós encontramos textos que nos farão compreender profundamente o ministério de intercessão. Em Is 62,6 vemos: “Sobre os teus muros, ó Jerusalém, postei guardas; eles não se calarão nem de dia, nem de noite”. Vemos neste texto que é um desejo do coração de Deus, e mais que um desejo é uma promessa, que não faltará aos seus escolhidos (pessoas e obras), intercessores, sentinelas que jamais se calarão. São esses os intercessores que o Senhor deseja, homens que não descansem e nem deem a Ele descanso “até que se estabeleça Jerusalém”.
Uma outra característica forte do intercessor. Ele não desiste facilmente e se apoia firmemente nas promessas do próprio Deus, naquilo que Ele próprio prometera.
No livro do profeta Ezequiel, o Senhor se queixa e o seu coração se encontra muito triste por não ter encontrado um só intercessor, como vemos: “Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém, achei”.
Por isso se faz urgente em nossos grupos, comunidades, etc, que surjam intercessores para tapar as brechas do que são os pecados e as fraquezas de seu povo. Não são os grupos, as comunidades que clamam por intercessores, mas é Deus quem os procura, ansiosamente. É ele quem os quer, quem os deseja.
No novo testamento vemos como São Paulo, quando escreve aos efésios, exorta-os a intensificar o ministério de intercessão, isto é, fazê-lo crescer, quando diz: “Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos”. (Ef 6,18). Também repete a mesma coisa aos Filipenses quando diz: “Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graça” (Fl 4,6). Paulo, ainda, confiando no ministério de intercessão dos colossenses, anima-os e pede a intercessão por ele: “Sede perseverantes, sede vigilantes na oração, acompanhada de ações de graça. Orai também por nós. Pedi a Deus que dê livre curso à nossa Palavra para que possamos anunciar o ministério de Cristo” (Col 4,2-3).
Certamente Paulo era bem conhecedor daquele trecho da profecia de Ezequiel que anteriormente meditamos com ele. E vendo a necessidade, e sabendo como Deus procura as sentinelas, os intercessores, era que ele exortava às comunidades a terem firme e perseverante este ministério, que seria para ele sustentáculo, alicerce em relação a vontade de Deus.
Ainda falando dos intercessores vemos através do livro do Apocalipse que eles terão a função importantíssima na vida dos salvos: “Adiantou-se um outro e pôs-se junto do altar, com um turíbulo de ouro na mão. Foram-lhes dados muitos perfumes para que os oferecesse com as orações de todos os santos no altar de ouro que está diante do trono. A fumaça dos perfumes subiu da mão do anjo junto com a oração dos santos, diante de Deus.”
A oração dos intercessores subirá ao trono de Deus, juntamente com a fumaça que sairá dos turíbulos que os anjos trarão na mão como sacrifício de agradável odor ao Senhor.
Nota-se que no livro do Apocalipse os intercessores são chamados de “santos” dando-nos a entender que os íntimos de Senhor são os santos, aqueles que se deixam encher pelo Espírito Santo e se santificar.
E não poderíamos deixar de falar de MARIA, A grande INTERCESSORA , visto que não poderia ser diferente. Se o Filho é o Grande intercessor, ela, na coparticipação da salvação dos Filhos de Deus, o exerceu com excelência.
Tomemos Jo 2,1-12. Nesta passagem encontramos a narrativa das Bodas de Caná. Esta festa de casamento que aconteceu na cidade de Caná na Galiléia, teve as honrosas presenças de Jesus e Maria.
Maria, assumindo o seu papel de mãe da humanidade, assume nesta festa a sua total maternidade. Como toda e qualquer mãe, Maria se preocupa com aqueles seus filhos que anfitrionavam a festa, pois o vinho deles havia acabado. Ela por si própria nada podia fazer. Porém ela se lembra que Deus a fizera bendita e que ela era agradável a Deus. Também ela se lembra que Jesus estava naquela festa. Nada mais há para fazer do que se dirigir a Jesus, pois tudo Ele pode e Maria bem sabia disso. Mas ela apenas comunica a Ele. A decisão final cabe a Jesus, pois Ele é que é Deus.
Maria, porém, realiza um ato de fé, e se aproxima dos empregados dizendo-lhes que façam o que Ele mandar, pois a fé dela lhe dizia que Jesus ia se manifestar.
Maria, a grande mãe de Deus e nossa mãe, é aquela que, atenta às nossa necessidades, apresenta-as a Jesus, deixando para Ele a decisão de realizar ou não os prodígios, segundo a Sua vontade.
É essencial a nossa devoção filial à Virgem Maria. É algo que devemos estar sempre buscando aperfeiçoar porque sempre precisamos mais. Apresentemos a ela as nossas necessidades e tenhamos a certeza de que enquanto nós levamos os nossos pedidos em bandejas de latão, Maria leva os mesmos em suas bandejas de ouro. E porque é muito mais íntima do Senhor que nós, muito mais ela saberá como atingir o coração de seu amado Deus e de Seu amado Filho.
Como fez em Caná, Maria apresenta a Jesus nossas necessidades; e Jesus as apresenta ao Pai, que dispensar-nos-á as graças de acordo com a sua Vontade e os méritos de Jesus.
O MINISTÉRIO INTERCESSOR DE JESUS
Jesus é o intercessor por excelência, aliás, Ele é “o intercessor”. É Ele que se coloca entre o céu e a terra na sua cruz como expiação pelos nossos pecados. É dele que São Paulo fala em Rm 8,34: “Quem condenará os escolhidos de Deus? Cristo Jesus, que morreu, melhor, que ressuscitou, que está a mão direita de Deus, é quem intercede por nós”.
É dele também que nos fala São João em I Jo 2,1 quando diz: “Filhinhos meus, isto vos escrevo para que não pequeis. Mas, se alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é a expiação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo”.
E o próprio Jesus se apresenta aos discípulos como intercessor quando diz em Jo 14,12-14: “Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim fará também as obras que faço, e fará ainda maiores que estas: porque eu vou para junto do Pai. E tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, vo-lo darei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Qualquer coisa que pedirdes em meu nome, vo-lo darei”.
Então, de posse destas três passagens nós vamos entender que Jesus é o intercessor, nosso advogado de defesa diante do Pai. Jesus se oferece como vítima imolada diante do Pai para pagar nossos pecados.
Nós dirigimos nossos pedidos ao Pai, que olha para Jesus e por causa de Jesus, Ele nos concede o que estamos desejando.
É por Jesus, só por Jesus, que o Pai atende aos intercessores. É Jesus quem fica diante do Pai a interceder por nossos pecados. A Ele, nada o Pai pode negar, pois, Ele todo já se deu ao Pai, para o resgate da humanidade.
É por isso que o pedido do intercessor deve ser feito ao Pai em nome de Jesus como nos manda a Sagrada Escritura em Jo 14,13; Jo 15,7; Jo 16,23-28.
De posse deste conhecimento, coloquemo-nos na presença de Jesus. Ministrar Cantico que suplique a vinda do Espírito Santo. Oração em línguas...
Peça a Deus o dom da Intercessão e também que Ele conceda a quem lhe aprouver a graça de te-la como ministério. Coloque-se em prontidão de acolhimento. Vá pedindo: Desperta o meu espírito Senhor para eu conhecer os comandos que o Senhor está me dando, a força e a persistência para orar por aqueles que me confiar, assim como a sabedoria e revelação do Espírito para orar o que está em Teu coração, então Tua vontade poderá ser feita assim na terra como no céu.
CONTINUA FORMAÇÃO PARA O PROXIMO ENCONTRO...AGUARDAR POSTAGEM
20:30h- Encaminhamentos do Apostolado
21:00h-Oração Final
Leila Lemos
Conselheira Geral do Apostolado da Bênção
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
domingo, 22 de julho de 2012
Mãos e corações à obra!
Graça e Paz amados irmãos!
Estamos nos aproximando do Graça e Paz! O que é uma grande alegria!
É também a semana de colocarmos, "corações e mãos a obra"!
Como ja sabemos, o GRAÇA E PAZ É A CONFRATERNIZAÇÃO ANUAL DO DISCIPULADO E SEUS CONVIDADOS. Para tanto, precisamos fazer o nosso melhor e embora seja um evento interno, é da responsabilidade do Corpo de Apostolado Geral, assumir seus ministerios.
A nós do apostolado da Bênção, além das Orações de Intercessão que fomos convidados a fazer durante toda a semana, é o momento de providenciar tudo o quanto é necessario, de acordo com o que esta sob a nossa responsabilidade, para ficarmos todos cheios das bênção e das graças do Senhor. Com alguns ja falei e pedi ajuda.
È importante que aqueles que ja fazem parte do Ministerio de Intercessão possam chegar cedo para colocar-se a serviço rezando e intercedendo por todo o evento, pelos servidores... Para nossa grande alegria teremos a presença do SANTISSIMO SACRAMENTO, exposto para ser adorado e amado durante todo o dia, no Tabernaculo da Aliança. Ás 3:00h da tarde será ENTRONIZADO NO SALÃO DA ALIANÇA e rezaremos o Terço a da Misericordia, em Sua Presença.
Peço também, por ocasião da nossa Confraternização, pois vamos esta todos juntos, que os articuladores dos Apostolados Locais da Benção possam levar, para entregar-me, os nomes dos Discipulos servidores de cada um de seu apostolado. Alguns ja me entregaram, no entanto sei que estão desatualizadas desde o ultimo encontro, visto que remanejamentos ja aconteceram, pessoas novas entraram, outras sairam, bem como informar-me que TEMARIOS DE MOPDS ja foram estudados ou estão, em seus respectivos Locais.
Tudas estas informações são necessarias para que eu possa assessorar os Apostolados Locais, em comunhão com os Acompanahntes Locais. Os que ainda não tem articulador ou coordenador, peço ao acompanhante que possa fazer este escaminhamento.
Abaixo, segue a folha da Ficha de Acompanhamento do MEAD ( repassarei todas aos articuladores locais, noutro momento), que deve ser utilizada para repassar as informações aqui pedidas.
Até o Graça e Paz!
Leila Lemos
Discipulado de Jesus
Cristo
Apostolado Geral da Bênção
Ficha de Acompanhamento
do MEAD
Ministerialidade
Acompanhante Geral: Pe. Marcos
Oliveira
Conselheiros Gerais da Bênção:
Leila Lemos e Ercílio Ferreira
Coordenadora do Ministério Geral
de Devoção Mariana: Socorro França
Acompanhante
Local:____________________________________
Organização do Apostolado Local da Bênção:
-Articulador:__________________________________________________________________
- Ministério Local de
Liturgia: _____________________________________ Coordenador)
____________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________________________________________
- Ministério Local de
Oração:______________________________________(Coordenador)
___________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
- Ministério Local de
Pregação:_____________________________________ (Coordenador)
___________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
-Ministério Local de
Devoção Mariana:_______________________________Coordenador)
_________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
- Ministério Local de
Intercessão: :___________________________________(Coordenador)
___________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
- Ministério Específico
de Acolhimento: :______________________________(Coordenador)
___________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
- Ministério Específico
de Ambientação: :______________________________(Coordenador)
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Ministério Específico de Música: _____________________________________(Coordenador)
___________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Articulador Local da Bênção
____________________________
Conselheira Geral da Bênção
____________________________
Conselheira Geral da Bênção
________________________________
Informações repassadas em: ____/ _____/ _____
Recebidas em: _____/ _____ / ______
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